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LISBOA SOUNDZ

05 de Julho de 2006
O Lisboa Soundz regressa em 2006 com um cartaz de luxo, cimentando-se como um dos mais importantes festivais portugueses na exploração das novas tendências do rock. Depois da estreia em 2005 com a presença dos Franz Ferdinand, a 2ª edição traz pela primeira vez a Portugal, os muito ansiados The Strokes.

O grupo de Julian Casablancas, responsável por recuperar o rock das cinzas onde se encontrava, é uma das bandas que o público português mais desejava ver ao vivo… o Lisboa Soundz, apresentando-se na linha da frente, faz-lhes a vontade.

Juntamente com os Strokes, vem um leque de novas e emocionantes bandas, que representam o que de melhor se vai fazendo na área do rock independente.

Os Dirty Pretty Things, nascidos dos extintos Libertines, são considerados pelo New Musical Express (NME) como a melhor banda nova de 2006. Com Carl Barât nos comandos, a banda destila um rock a piscar o olho, pouco envergonhado, ao punk.

Na senda da recuperação dos princípios estéticos e musicais dos negros anos 80, surgem os She Wants Revenge. Indo beber influências que vão dos Joy Divison às pistas de danças de Los Angels, a banda têm incendiado a América com monumentais espectáculos ao vivo.

A juntar a esta panóplia de bandas novas, que fazem a estreia em Portugal no Lisboa Soundz, estão os Los Hermanos, reputada banda brasileira que executam o que de melhor se faz actualmente em terras de Vera Cruz.

Num registo mais calmo, de quem escreve canções com vontade de nos deixar embaraçados, surge a menina bonita da pop escocesa, Isobel Campbell. Co-responsável por um dos mais brilhantes projectos da década de 90, os Belle & Sebastian, decidiu enverdar por uma carreira a solo, onde mantém as premissas da simplicidade e beleza, com resultado numa pop sublime.

Howe Gelb é um dos mais multifacetados artistas da actualidade, responsável por projectos, como os Giant Sand, o músico não para de surpreender, apresentando-se em Portugal com um coro de gospel. Um espectáculo imperdível.

Em representação do rock nacional, apresentam-se os You Should Go Ahead, banda lisboeta que acaba de editar o álbum de estreia homónimo. Usando o punk como ponto de partida, a banda diversifica o género com pinceladas a evocar os The Cure ou os Sonic Youth.

Um cartaz de luxo, com os The Strokes à cabeça, que vai fazer explodir o Terrapleno de Santos, dia 22 de Julho.


Preço dos Bilhetes e locais de venda



Venda antecipada| 32 Euros

Venda no dia | 35 Euros



Locais de Venda: Multibanco, Fnac, Balcões dos CTT, Agências ABEP e Alvalade, e Ticketline (Reservas: +351 707234234 e www.ticketline.sapo.pt).




THE STROKES



www.thestrokes.com



Com inspiração em compositores como Buddy Holly e John Lenon bem como na atitude e melodias angulares dos conterrâneos Television e Velvet Underground, os The Strokes chegaram até nós em 2001 com “Is This It” e foram recebidos com um enorme fervor, principalmente pela imprensa britânica que não se mostrava tão apaixonada desde os Oasis nos anos 90.

Formada pelo vocalista/compositor Julian Casablancas, os guitarristas Nick Vlensi e Albert Hammond Jr., o baixista Nikolai Fraiture e o baterista Fabrizio Moretti’s o sucesso alcançado pelos The Strokes não se pode dizer que foi “da noite para o dia”, mas teve indubitavelmente uma chegada impetuosa.

Ainda nessa Primavera, a banda completou a primeira tournée pelos Estados Unidos a abrir para os The Doves e continuaram a dar concertos por terras norte-americanas e no Reino Unido. A popularidade do grupo continuou a crescer desmedidamente e no final do Verão “Is This It” já tinha sido re-editado com uma nova capa.

O êxito foi-se mantendo: nomeações para melhor banda ao vivo, banda do ano e álbum do ano nos NME Carling Awards 2001 e em 2002 foi lançada uma EP – “This Isn’t It” – com versões instrumentais do álbum antónimo, tocadas por uma misteriosa banda que se intitulou “The Diff’rent Strokes” – ouviu-se o rumor de que Jarvis Cocker dos Pulp fosse membro. Ainda nesse ano a banda partiu numa extensa digressão, que incluiu datas em Nova Iorque e Detroit com os White Stripes, festivais de Verão em Reading e Leeds, concertos com os Weezer, uma digressão de Inverno e a abertura de concertos para os The Rolling Stones.
Em Março de 2003, a banda estava pronta para começar a gravar o segundo álbum “Room on Fire”. Mesmo antes do álbum ser lançado, voltaram à estrada levando consigo os Kings of Leon.

Este ano, brindaram-nos com “First Impressions of Earth”, o terceiro álbum da banda, que entrou directamente para o primeiro lugar da tabela de vendas em Inglaterra e onde a banda volta a demonstrar a energia cru que tomou o mundo de assalto e recolocou o rock nos tops.

A banda mais esperada em Portugal na última década vai actuar no Lisboa Soundz, vamos por fim poder ter as primeiras impressões do que é ver Strokes em cima do palco!!!



DIRTY PRETTY THINGS



www.dirtyprettythingsband.com



A banda renascida dos Libertines que mantém como vocalista o líder Carl Barât lançou este ano o disco de estreia “Waterloo to Anywhere” e esgotou o primeiro concerto em Londres em poucos minutos!

Barât, acompanhado pelo baterista Gary Powell (também ex-Libertines), o baixista Didz Hammond (Cooper Temple Clause) e o guitarrista Anthony Rossomando conseguiram com o primeiro single do álbum “Bang Bang You’re Dead” destronar os Franz Ferdinand no top New Musical Express no Reino Unido, participar no maior festival da actualidade – South By South West – e ser considerados na capa do NME a banda revelação de 2006.

Porque a sala era pequena para tanta energia, espera-se que Terrapleno de Santos resolva o problema… Quem não teve hipótese de assistir ao estrondoso concerto dos Dirty Pretty Things no Santiago Alquimista, que se sinta abençoado… a 2ª oportunidade está aí!



SHE WANTS REVENGE



www.shewantsrevenge.com



As melodias que fazem ecoam perpetuamente como o primeiro e último amor, uma extensão dos finais dos anos 70 e inícios de 80 quando a música alcançou estados nunca antes experimentados.

Os She Wants Revenge vêm de Los Angeles e vingaram desde logo nos media norte-americanos com o álbum de estreia, homónimo.

Esta dupla com influências em bandas como Depeche Mode ou Joy Division é formada pelos DJs Justin Warfield (vocalista e guitarrista) e Adam “Adam 12” Bravin (baixista e teclista). Nos anos 90, Justin foi rapper e chegou a gravar com Prince Paul; já Adam foi produtor e DJ e animou festas de estrelas da NBA e de Puff Daddy.

Antes de chegarem à Europa, os She Wants Revenge, vão fazer a primeira parte dos concertos dos Depeche Mode nos EUA.

O lado sombrio dos anos 80 está de volta e exigimos a vingança servida num palco quente!



LOS HERMANOS



www.uol.com.br/loshermanos



Quando em 1999 se ouviam em coro as rádios e as colunas de discotecas entoar “Oooh, Anna Julia!”, Los Hermanos sentiram pela primeira vez o sabor da popularidade!

A banda, formada por Marcelo Camelo (voz/guitarra), Rodrigo Amarante (flauta/voz), Patrick Laplan (baixo), Rodrigo Barba (bateria) e Bruno Medina (teclados), e de nome traiçoeiro, nasceu no Brasil em 1997 e enquadra-se no género Rock Hardcore.

Facto curioso é o grande êxito desta banda – “Anna Julia”, um rock romântico com sabor sessentista que chegou mesmo a ter versões por Jim Capaldi, George Harrison ou Gary Moore – divergir do restante repertório da banda, tendencialmente mais agressivo!

Em 2001, lançaram o segundo disco “Bloco do Eu Sozinho”, uma surpresa para os fãs mais desavisados: não havia ali nada parecido com “Anna Julia”, somente músicas de pop altamente sofisticado e melancólico.

Dois anos depois, seguindo o mesmo trilho, Los Hermanos lançaram “Ventura” igualmente aclamado. Ainda em 2003, Marcelo Camelo compôs músicas como “Cara Valente” e “Vai Chover” para Maria Rita.

No ano seguinte, gravaram todo o repertório em DVD ao vivo no Rio de Janeiro que incluía não só o concerto como cenas do processo das gravações de “Ventura” e de concertos no Brasil e na Europa.

Este ano, viajam até nós para apresentarem o último álbum “4” (lançado em 2005, com a mesma atmosfera calma dos últimos dois discos) – e diga-se, pelo menos 4 vezes: Imperdível! Imperdível! Imperdível! Imperdível!



ISOBEL CAMPBELL



www.isobelcampbell.com



Apesar de ter alcançado a fama como membro fundador dos Belle & Sebastian, Isobel Campbell veio mais tarde a ter sucesso a solo, em nome próprio e como The Gentle Waves.

Estudou violoncelo clássico em Glasgow, onde nasceu em 1976 e com 19 anos conheceu Stuart Murdoch. Embora o romance entre os dois tenha sido breve, ficou o compromisso de uma sessão de gravação financiada pelo Stow College’s Music Business Administration em 1996. Apelidaram-se de Belle & Sebastian em honra à história e série televisiva animada infantil e lançaram 1000 cópias do primeiro LP – “Tigermilk”. A folk-pop tinha renascido e conquistado um culto mundial à sua volta que continuou a expandir-se com o lançamento de “If You’re Feeling Sinister” ainda no decorrer desse ano.

Em 1998, no álbum “The Boy with the Arab Strap”, Campbell interpretou como voz principal pela primeira vez no tema “Is It Wicked Not to Care?”. Com uma voz pujante envolta num timbre celestial foi inevitável a atenção que ganhou por parte dos fãs e da imprensa e, como tal, lançou o seu primeiro disco a solo na Primavera desse ano “The Green Fields of Foreverland…”, assinando The Gentle Waves.

O segundo e último lançamento de The Gentle Waves – “Swansong for You” – foi editado no ano seguinte mas a aliança não tinha sido desfeita e Campbell continuava como membro a tempo inteiro dos Belle & Sebastian, com quem entrou para o Top 20 Britânico com o tema “Legal Man” em 2002.

Pouco depois, a banda lançou “Ghost of Yesterday”, uma compilação de covers de Billie Holiday gravada em colaboração com o músico Jazz Bill Wells.

Em 2003 e sob nome próprio lançou “Amorino” e manteve-se no silêncio até à passada Primavera ressurgindo com “Ballad of the Broken Seas”, um disco em dueto com Mark Lenegan (Screaming Trees e Queens of the Stone Age).

Este ano, Isobel promete proliferar a solo com o lançamento do segundo álbum – “Milk White Sheets” – em estilo ainda mais folk e, entretanto, passar por Lisboa, desta vez sozinha mas amparada por um público sedento de boa música. Mais vale só e bem acompanhada!



HOWE GELB GOSPEL CHOIR



www.howegelb.com



Howe Gelb é um dos músicos que tem feito mais por alargar os horizontes da música, explorando novas direcções com os vários projectos que vai abraçando, como são exemplo os Giant Sand.

Desta feita o artista juntou-se a um coro de gospel para editar o álbum ‘Sno Angel Like You. A história de como a colaboração começou é simples: Em 2003 o artista foi convidado para tocar num festival de blues no Canadá, o Ottawa Blues Festival. Apesar de não se considerar um artista de blues… aceitou… por gostar do Canadá. Ao segundo dia do festival, Howe Gelb actuou com outro cantor/compositor de canções, Jim Bryson, numa igreja. A ligação foi imediata… o resto é magia.

‘Sno Angel é um projecto que envolve a actuação ao vivo com um coro de gospel, neste caso os Voices Of Praise, que acompanham o artista até Portugal, para uma actuação mágica, dia 22 de Julho, no Terrapleno de Santos.



YOU SHOULD GO AHEAD



www.youshouldgoahead.com



Os You Should Go Ahead formaram-se em Lisboa no início de 2005. Após alguma presenças ao vivo, onde se destacam a presença no Festival Sudoeste TMN 2005 e a participação no TMN Garage Sessions, onde foram finalistas, a banda decidiu avançar para a gravação do primeiro álbum.

Possuidores de uma sonoridade retro-rock com algumas influências pop, complementada com a criação de ambientes ambíguos, através de guitarras vibrantes, apoiadas por uma secção rítmica pulsante, abordam de forma quase psicadélica as temáticas do dia-a-dia.

O álbum de estreia foi editado no final de Maio e o single de apresentação, “Like When I Was Seventeen” já tem passagem obrigatória nas rádios portuguesas. A música foi masterizada por Howie Weinberg, conhecido por trabalhar com bandas como Smashing Pumpkins, Franz Ferdinand, The Clash, Metallica, Nirvana e Sonic Youth, entre outros.

Os You Should Go Ahead apresentam-se no Lisboa Soundz a representar o que de melhor se faz em Portugal, nas sonoridades rock. Uma grande banda em perspectiva.


THE STROKES

DIRTY PRETTY THINGS

SHE WANTS REVENGE

LOS HERMANOS

ISOBEL CAMPBELL

HOWE GELB GOSPEL CHOIR

YOU SHOULD GO AHEAD




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