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Grizzly Bear em Lisboa e Porto
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Vêm de Brooklyn, Nova Iorque, berço de alguns dos projectos mais estimulantes do momento. Quarteto composto por Ed Droste, Christopher Bear, Chris Taylor e Daniel Rossen, a sua sonoridade psicadélica pop, folk rock e experimental, bem como o uso das guitarras acústicas juntamente com as suas camadas vocais harmoniosas, não deixam dúvidas de que estamos perante um projecto que detém uma personalidade e iluminação muito fortes.
Imensamente aplaudido pela crítica nacional e internacional, são raras as listas dos melhores do ano que não incluam o mais recente Veckatimest: “Draws you in like a collection of photos from a fondly remembered summer long ago”. NME 8/10” ‘Enigmatic, hype-justifying loveliness” Uncut: **** “Almost perfect” Observer Music Monthly **** “There’s enough light here to illuminate the darkest heart” The Independent ****
E eis que chegam finalmente a Portugal para alegria dos já muitos seguidores que ansiosamente aguardam vê-los, mas sobretudo ouvi-los, ao Vivo. Quando a rádio Radar os considera responsáveis pelo Melhor Álbum de 2009, e com o single “Two Weeks” na campanha de uma conhecida marca automóvel, é tempo de os ver nos Coliseus. Dias 26 e 27 de Maio, também o público português poderá ser parte dos concertos intimistas que nos remetem para um mundo mágico, o mundo dos Grizzly Bear, onde com um extraordinário encadeamento de vozes celestes surgem diferentes enquadramentos a cada segundo.
26 de MAIO - COLISEU DE LISBOA
27 de MAIO - COLISEU DO PORTO
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Theatre Of Tragedy
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Quando os Theatre Of Tragedy lançaram a sua estreia homónima, em 1995, ninguém imaginava que as canções, que andavam a germinar em Stavanger, poderiam vir a influenciar toda uma geração de música pesada. Nem eles mesmos, provavelmente. A curiosa mistura de metal pesado, imaginário gótico, feeling épico e vocalizações operáticas explorada pela banda encantou pela sua frescura e pôs toda a gente a falar. A famosa, e muito popular, dicotomia da “bela e do monstro” – voz masculina grunhida versus voz feminina em registo soprano – nasceu aqui. O que conhecemos hoje em dia como metal gótico vocalizado no feminino, também.
A par dos holandeses The Gathering e Within Temptation, os Theatre Of Tragedy criaram as bases para uma tendência que, quando se olha para o panorama actual do metal mais tradicional, tem das mais sólidas bases de seguidores. Carreiras duradouras, com altos e baixos e que, com mais ou menos exposição, mantêm uma solidez impressionante. Desde que se separaram da famosa Liv Kristine, há quase sete anos, os músicos noruegueses já gravaram dois álbuns e, mantendo a mesma toada do que vinham a fazer, provaram que a vocalista Nell Sigland não fica a dever absolutamente nada à sua predecessora. Agora prometem confirmá-lo, ao vivo e a cores, quando subirem ao palco do Cine-Teatro de Corroios, no dia 20 de Março.
BIOGRAFIA
Formação: Raymond István Rohonyi - Voz Nell Sigland - Voz Frank Claussen - Guitarra Vegard K. Thorsen - Guitarra Lorentz Aspen - Teclados Hein Frode Hansen - Bateria
A fertilidade do movimento underground norueguês durante o início da década de 90 é sobejamente conhecida, mas nem só de black metal rezam as crónicas dessa época. As raízes dos Theatre Of Tragedy remontam a 1992, altura em que o vocalista Raymond István Rohonyi, os guitarristas Pål Bjåstad e Tommy Lindal e o baterista Hein Frode Hansen se encontraram nos Suffering Grief. A desenvolver uma personalidade, os três músicos convidaram Lorentz Aspen para colaborar em alguns arranjos de piano. A primeira canção que escreveram em conjunto, «Lament Of The Perishing Roses», deu origem a uma mudança de nome para La Reine Noir e, pouco tempo depois, Theatre Of Tragedy.
Foi já com a designação com que se tornaram famosos que chamaram uma jovem Liv Kristine Espenæs para cantar um ou dois temas na maqueta de estreia. Colocando no centro das atenções de um mundo essencialmente masculino uma mulher, abriu-se o caminho não só para um, mas para dois fenómenos – o female-fronted metal e o gothic metal.
Em apenas três anos chegaram aos escaparates três discos... «Theatre of Tragedy» em 1995, «Velvet Darkness They Fear» em 1996 e o EP «A Rose For The Dead» em 1997. Sempre em curva ascendente a banda grava o álbum que, olhando agora para trás, encerrou a primeira fase da sua carreira. «Aégis», de 1998, viu-os coroados pela imprensa e pelos fãs, envoltos numa nuvem de unanimidade face ao crescimento que tinham sofrido num tão curto espaço de tempo.
À semelhança de que se passou com os The Gathering e Within Temptation também os Theatre Of Tragedy optaram por, a dada altura, procurar ar novo para respirar criativamente. «Musique», de 2000, mostrou os músicos noruegueses a experimentarem com texturas industriais, electro e pop e provocou comentários menos positivos por parte dos fãs mais ferrenhos, mas a banda mostrou independência e, com o olhar fixo no caminho, disparou o confiante «Assembly».
Sem que nada o fizesse prever, este acabaria por ser o último trabalho da banda com Liv Kristine ao microfone, afastada da banda em Agosto de 2003. Sem perderem tempo, os sobreviventes juntaram-se a Nell Sigland e, no Inverno de 2004 , fazem uma primeira digressão com a nova formação. «Storm» e «Forever Is The World», de 2006 e 2009 respectivamente, mantiveram a abordagem mais moderna intacta e juntaram-lhe algumas reminiscências do passado. Nell afirmou-se como a nova cara e voz dos Theatre Of Tragedy, fazendo jus aos temas antigos e revelando uma identidade própria. É precisamente entre o passado e o presente que se vão regressar a Portugal, no dia 20 de Março.
Cine Teatro Corroios 20 de Março
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Nuno Guerreiro no Cine-Granadeiro
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Imagine um jogo de contrastes: a actualidade misturada com os anos 50, o estilo caberet enquadrado num espaço gótico-chique. .. é este o cenário exuberante e teatral para o espectáculo que Nuno Guerreiro apresenta em Grândola, no dia 19 de Fevereiro a partir das 21h30 no Cine Granadeiro – Auditório Municipal.
Nuno Guerreiro , a voz inconfundível da Ala dos Namorados, num registo entre o jazz e o soul, percorre durante 90 minutos, canções que são história e que contam histórias…
Nuno Guerreiro canta Amália, da Weasel, Entre Aspas, Shade Adu, George Michael, D´Angel, Ala dos Namorados e dá a conhecer originais do seu novo disco que será editado em Abril. O palco é partilhado com Rúben Alves (piano), Carlos Miguel (bateria), Guto Lucena (saxofone), Miguel Amado (contrabaixo), Berg (guitarra e voz), Bambino e João Miguel (Backvocals).
Momentos misteriosos de grande inspiração, que unem a voz e presença de Nuno Guerreiro, num espectáculo intimista, exuberante, frágil e explosivo.
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Hudec expõe na Ribeira Grande
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É inaugurada na sexta-feira, dia 18, na Galeria Paraíso da Ribeira Grande a exposição de pintura de Michael Hudec.
O pintor vai expor, até dia 18 de Janeiro, os seus últimos trabalhos de acrílico sobre tela. São ao todo sete telas, que revelam o seu inconfundível estilo - o realismo aliado à subtileza do conceito subjectivo.
Premiado várias vezes, a sua pintura tem estabelecido para o pintor um lugar de destaque entre os realistas contemporâneos da arte açoriana. Enquanto artista, tem promovido numerosas exposições individuais, como também tem se dedicado à formação através de um programa de cursos de desenho e pintura.
As obras de Hudec encontram-se em muitas colecções privadas e públicas não só nos Açores, como também na Europa e América do Norte.
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The Sorcerer´s Apprentice
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DISNEY e JERRY BRUCHKEIMER apresentam uma épica e inovadora comédia de aventuras sobre um feiticeiro (NICOLAS CAGE) e o seu desgraçado aprendiz (JAY BARUCHEL) que são arrastados para o centro de um conflito lendário entre o bem e o mal.
NOS CINEMAS AGOSTO 2010 |
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O novo filme de Miley Cyrus
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Baseado no mais recente romance do autor best-seller Nicholas Sparks (“Um Momento Inesquecível”, “O Diário da Nossa Paixão”) A ÚLTIMA MELODIA centra-se numa pequena cidade costeira no Sul onde um pai separado (GREG KINNEAR) tem a oportunidade de passar o Verão com a sua relutante filha adolescente (MILEY CYRUS), que tudo o que queria era estar em casa, em Nova Iorque. Ele tenta aproximar-se novamente da filha através da única coisa que têm em comum – a música – numa história sobre a família, a amizade, os segredos e a salvação, que foca ainda os temas do primeiro amor e de segundas oportunidades. O filme é realizado por Anne Robinson, a partir do argumento de Sparks e Jeff Van Wie.
Curiosidades:
A ÚLTIMA MELODIA é o 15º livro publicado pelo autor best-seller Nicholas Sparks. Na lista de livros deste autor incluem-se “O Diário da Nossa Paixão”, “As Palavras Que Nunca Te Direi” e “O Sorriso das Estrelas”.
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TOP 5
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Massive Attack
“Girl I love You”” |
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2 |
Lindstrom & Christabelle
“Baby Can’t Stop” |
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3 |
The XX
“Crystalised” |
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4 |
AIR
"Be a Bee” |
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5 |
Animal Collective
“My Girls” |
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| O que achas do concerto dos Metallica em Portugal? |
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